Blog

Abr 28

Como fazer o transporte de paciente em estado grave

Um dos maiores desafios para socorristas que atuam no cenário pré-hospitalar é transportar pacientes graves de maneira rápida e segura, levando-os para o hospital mais adequado para o caso. Neste contexto, deve-se, cada vez mais, aprimorar o chamado "tempo-resposta". Todo o universo em que se está atuando precisa ser avaliado como a rede de emergências disponível, condições climáticas, horário da ocorrência, distância do evento para o hospital referenciado, além das condições logísticas e capacidade técnica da equipe. Seja em casos clínicos ou vítimas de trauma, o objetivo é ser rápido, preciso e eficaz.

De acordo com que se preconiza nos preceitos do PHTLS (Pre Hospital Trauma life Support), no processo de tomada de decisão um dos primeiros aspectos a serem analisados é a definição vitima é crítica (lesão cerebral traumática, insuficiência respiratória, choque hemorrágico, etc.).

Transporte seguro de pacientes

  • Conheça as peculiaridades locais: rede hospitalar, condições de tráfego, bases descentralizadas, opções de transporte aeromédico, boa interação na comunicação entre central de regulação, ambulância e hospitais.
  • Observe sempre os três aspectos: segurança do cenário, uso de equipamentos de proteção individual e cinemática de trauma/história clínica.
  • Ao identificar um paciente crítico, trate de estabilizar as funções vitais (abrir vias aéreas, manter uma boa oxigenação, conter hemorragias externas, imobilizar, monitorização) para, rapidamente, decidir pelo transporte adequado.
  • Não demore mais que dez minutos na cena. Alguns procedimentos de estabilização poderão ser adotados dentro da ambulância, durante o trajeto para o hospital.
  • Lembre-se: Socorrer não é "SÓ CORRER". Muitas vezes condutores desenvolvendo altas velocidades e realizando manobras arriscadas podem comprometer a segurança da missão.
  • Em pacientes vítimas de trauma, a imobilização é um ponto crucial. A colocação correta do colar cervical, um correto entrosamento da equipe na manipulação da vítima, protegendo ao máximo a coluna vertebral, com o adequado uso da prancha rígida, faz toda a diferença na preservação de danos ao segmento requimedular. lembre-se que em traumas penetrantes o uso do colar cervical poderá estar dispensado.
  • Em casos de transporte prolongado (algumas horas, ou mais de um dia), considerar medidas de segurança como fixação de tubos, autonomia de reserva de oxigênio e procedimentos avançados (intubação, sedação, drenagem torácica, acesso venoso, analgesia, etc.).
  • A reavaliação constante deve ser um ponto fundamenta. Sobretudo no que tange aos seguintes itens: Escala de Coma de Glasgow, acessos venosos, controle da hipotermia, saturação de O2, etc.
  • A comunicação prévia com o hospital referenciado e a devida documentação de todos os procedimentos executados são fundamentais, especialmente nos aspectos ético-legais.
  • Não provoque mais danos. Afinal, o destino do nosso paciente depende de quem faz o primeiro atendimento. Esta responsabilidade cabe à equipe do atendimento pré-hospitalar.
Life Line

Ambulância para eventos no Rio de Janeiro. Conheça nossa Estrutura e Serviços.
Life Line - Sua diversão com mais segurança.

Quem Somos?

lifeline-a-empresa-ambilancia

A LifeLine é uma empresa com grande conhecimento e ''know how''. Possuímos condições diferenciadas para oferecer os melhores serviços médicos com qualidade, conforto e segurança.

Continue lendo ...


Arquivos do Blog