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Mar 17

Projeto Pai Canguru aproxima pais e filhos.

Com iniciativa do Hospital Estadual Rocha Faria, pais estão tendo um contato mais próximo com recém-nascidos prematuros. Na foto, podemos ver o pai Thiago de Oliveira com sua filha Ágata Vitória de apenas 50 dias. Thiago é um dos pais que está participando do projeto Pai Canguru.

Especialistas acreditam que o projeto promove a interação entre pais e filhos, fortalecendo o desenvolvimento psicoafetivo do bebê e garantindo aos pais a segurança necessária para cuidar e diminuir o sofrimento de seu filho nesta etapa delicada. O método também pode ajudar a transmitir à mãe confiança em seu parceiro.

- Quando ela foi pra UTI, achei que não íamos ter contato tão cedo. Na transferência pra Unidade Intermediária (UI), me informaram que eu podia participar do Pai Canguru e fiquei feliz. É muito bom ver de perto que ela está evoluindo, que daqui a pouco estará com a gente em casa. A sensação de encostar na pele dela, esse contato é muito legal. Ela fica calminha quando estamos juntos. Acho que está feliz – comemora Thiago.

O projeto - Para participar do Pai Canguru, os bebês precisam estar em boa condição de saúde, sem uso de oxigênio e punção venosa. Os pais começam ficando com o bebê enrolado durante 15 minutos,  podendo ficar mais tempo de acordo com a evolução da criança. É permitida a visita diária, em horários pré-estabelecidos. Os profissionais envolvidos no processo foram treinados para garantir que o método seja exercido com segurança.

 - Nossa ideia é oferecer melhor suporte de carinho ao bebê, aumentando o vínculo afetivo entre o pai e a criança. Essa ação já é feita há muito tempo com as mães cujos bebês estão internados nessas unidades, mas com o tempo percebeu-se a necessidade de incluir opai nesse contexto, fazendo a integração da família inteira. É importante o pai estar junto em todos os momentos. Eles são convidados por nós e temos percebido boa receptividade. Muitos têm receio de infectar a criança, por estarem vindo da rua, mas é importante que o bebê crie anticorpos que serão importantes para viver a realidade futura, fora do hospital – esclarece a coordenadora da Neonatologia do HERF, Maria Angélica Svaiter.

 Ágata Vitória nasceu aos seis meses de gestação, com baixo peso e muita preocupação da família. Hoje, a menina se recupera bem e aguarda os atuais 1,435 kg subirem para 2kg para, enfim, ter alta hospitalar.
 - Quando a minha mulher passou mal, eu vim trazê-la no hospital e nunca imaginei que a minha filha já ia nascer. Quando colocaram ela na maca e vi que ia parir fiquei muito assustado. A neném foi direto pra UTI e eu vinha visitá-la, ficava só olhando. Agora eu posso tocá-la, fazer carinho. Quem fica com inveja é minha mulher, que viu as fotos da gente juntos e ainda não ficou com ela dessa maneira – brinca Thiago.

fonte: saude.rj.gov.br

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